Quando falta o abraço, o amor se concretiza através da palavra e da imagem, mediados pela tecnologia

Escola Aberta

Quando falta o abraço, o amor se concretiza através da palavra e da imagem, mediados pela tecnologia

Escrito por Ricardo. Publicado em Escola Aberta.

  “A relação com os avós tem um chamamento para a memória muito forte”, pontua o psicólogo Alexandre Coimbra Amaral, colunista do Lunetas. Mesmo quando deixam de existir, as histórias compartilhadas na infância costumam acompanhar quem tem a sorte dessa relação afetuosa com os avós. 

É por isso que, mesmo quando deixam de existir, as experiências compartilhadas com os avós durante a infância vão nos habitar por tempo indeterminado.

Para Henriette Tognetti Penha Morato, professora doutora do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, “os idosos em geral são os guardadores de experiências vividas – brincadeiras, cantigas, costumes – que marcam a tradição pela memória”. 

Como a memória afetiva de um toque, do paladar de um bolo de chocolate, de um jardim cheio de plantas, de um abraço carinhoso, são sensações ligadas a um vínculo sinestésico tão presente nessa relação, avós e netos!

Ana Laura Maviega, do 6º Ano Verde, ao pensar na casa de seus avós, se remete a um lindo jardim!

Destas memórias afetivas, nasceu o projeto “Quando falta o abraço, o amor se concretiza através da palavra e da imagem, mediados pela tecnologia”.

Realização de mais alguns fragmentos do projeto “Quando falta o abraço, o amor se concretiza através da palavra e da imagem, mediados pela tecnologia, que está sendo desenvolvido pelos alunos dos 6º Anos do Colégio Cosmos de Paulínia.

Continuem acompanhando nosso projeto no site.

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